Entrevista com Sandra Janguiê Diretora da Escola Conecta

Uma das habilidades listadas como de maior relevância para o futuro na educação 4.0 é o empreendedorismo, como é trabalhado com as crianças do conecta esse conceito?

Na Escola Conecta, os alunos, nas primeiras séries do ensino fundamental estudam primeiramente educação financeira, pois acreditamos que precisamos iniciar o desenvolvimento de uma relação consciente entre o ser humano e os recursos materiais, o domínio sobre os desejos consumistas. A partir do 9º ano, inserimos o componente curricular Empreendedorismo. Inicialmente, o estudante é convidado a construir o conceito sobre o ato de empreender e conhece as diversas formas de empreendedorismo

A Importância da Educação Financeira

Você sabia que pode aprender a ter dinheiro para sempre?

O dinheiro é usado pelas pessoas, diariamente, em todas as etapas da vida, e poucas são aquelas que pensam em estratégias de uso ou tiveram a oportunidade de aprender a usá-lo. Essas são algumas das razões para haver um número tão grande de pessoas endividadas, sem reservas para imprevistos, angustiadas, com desafios familiares e conflitos, aposentadoria insuficiente e com problemas de saúde – tudo isso originado, também, pelo despreparo para lidar com o dinheiro.

Entrevista Professor Léo Lima Porto Digital

Podemos falar que o empreendedorismo está relacionado com as Habilidades exigidas no futuro? Porque ensinar empreendedorismo na escola?

 Se pensarmos em empreendedorismo como o processo para atingir um objetivo, buscar soluções, resolver problemas sociais, executar, percorrer uma jornada e principalmente trabalhar a autonomia da criança, temos sim que propiciar essa experiência para as crianças. A escola precisa estimular e desenvolver habilidades, para que o estudante, seja protagonista  ao empreender os problemas cotidianos, para que através dessa jornada empreendedora, ela possa desenvolver o pensar crítico, a comunicação, a criatividade, a colaboração a empatia, o respeito à diversidade e outros aspectos fundamentais para os humanos do futuro no qual as maquinas não poderão se equiparar a nós (ao menos no futuro próximo).  

Entrevista de Bernardo D’Almeida – Secretário de Educação do Recife

Quais são hoje os principais programas de educação em Recife?
BRINQUEDUCAR
PROLER
ONDATEC
ESCOLA DO FUTURO
PROGRAMA ROBÓTICA

PROGRAMA BRINQUEDUCAR
O Programa, desenvolvido pela Secretaria de Educação do Recife desde 2017, beneficia cerca de 18.000 crianças de 0 a 5 anos e tem como objetivo fazer os estudantes aprenderem brincando. O Brinqueducar é composto por playground, brinquedos e jogos educativos e livros de literatura.

Arte Educa?

Arte educa ?
*Por Janine Rodrigues

Muitas vezes a conexão que se faz entre arte e educação é equivocada. Isso quando se coloca uma obrigatoriedade da arte ensinar alguma coisa de modo específico. Para exemplificar podemos pensar numa simples atividade de leitura. A arte literária, sem dúvida, contribui muito para a educação. Mas ler somente por obrigação não surtirá o mesmo efeito que ler por hábito. Por prazer. Existe um elemento essencial no fazer e no usufruir da arte : a liberdade.

Entrevista Carol Levy – Contação de História

 O ato de contar histórias para os bebês e as crianças ganhou espaço nos últimos tempos. Como podemos falar da contação de estórias como sendo uma ferramenta de trabalho para o desenvolvimento infantil?

O desenvolvimento infantil se dá através de diversos estímulos visuais, sensoriais, sonoros, artísticos, dentre tantos outros. Ao perceber as características, demandas e repertório que a própria criança oferece, podemos construir várias formas de educar através da brincadeira. A narrativa é uma das formas de estimular a criança em vários aspectos: aumento de vocabulário, estímulo à leitura, acesso à arte através das ilustrações dos livros, estímulo à imaginação através da história contada/narrada, troca de afeto, brincadeira, construção da moralidade, nossa! São muitas as possibilidades quando a gente se dispõe a contar uma história seja narrando ou lendo um livro. Obviamente são propostas diferentes, mas ambas devem ser feitas e possuem inúmeros pontos positivos.

LIGA DA PAZ NA CIDADE DO CABO DE SANTO AGOSTINHO

LIGA DA PAZ NA CIDADE DO CABO DE SANTO AGOSTINHO

Em face a importância dos avanços tecnológicos, as propostas de mudanças na estrutura educacional do País, hoje bem mais do que nunca se faz necessário implementar esforços e recursos no que chamamos de Educação Integral, a proposta da Unesco para o século XXI da Educação para o Ser, postulado no cume da pirâmide, ainda anda a passos cambaleantes, enquanto não buscarmos empreender na Educação 4.0, a Educação Humanista. Enquanto negligenciarmos sentimentos vivenciados na escola como o medo, a alegria, a raiva, a desesperança, estaremos nadando na superfície distante de buscarmos propostas efetivas que agreguem a todos que fazem a escola.

Entrevista Professor Otavio Moraes

Entrevista Otavio Moraes
O custo de um aluno de algumas escolas públicas chega a ser mais de quatro vezes o custo de um aluno numa ótima escola particular.

Como você está vendo esse momento de contingências na educação? Com cautela e observação.

Quais são os efeitos em longo prazo?
Já vimos este filme outras vezes. Já tivemos contingenciamento na educação. Não creio que só dinheiro resolva o problema brasileiro na educação, não é só investir. É necessário analisar as despesas e o modelo de gestão das escolas públicas. O custo de um aluno de algumas escolas públicas chega a ser mais de quatro vezes o custo de um aluno numa ótima escola particular. Creio que em longo ou médio prazo o Brasil adotará como solução o sistema de voucher educação. Um bom modelo de voucher educação poderá evoluir a gestão e qualidade da educação nas escolas públicas e particulares.

Como Administrar o tempo para estudar –

COMO ADMINISTRAR O TEMPO PARA ESTUDAR
‘’Uma vida pequena é aquela que nega a vibração da própria existência. O que é uma vida banal? O que é uma vida venal? É quando se vive de maneira automática, robótica, sem reflexão sobre o fato de existirmos e sem consciência das razões pelas quais fazemos o que fazemos.’’ Mario Sérgio Cortella, em seu livro ‘’Por que fazemos o que fazemos?’’, traz à baila a forma pela qual nós enxergamos, ou melhor, não enxergamos todas as pequenas brisas que compõem o vendaval frenético que forma a nossa rotina.